Risco diversificável é aquele que o investidor pode reduzir comprando diferentes ações. Quando algumas sobem, outras caem por causa das diferentes condições setoriais às quais esses papéis estão expostos.

Além disso, em determinados períodos, algumas empresas têm resultados ruins, mas outras têm bom desempenho, resultando em comportamentos bem diferentes nos preços das ações.

Imagine uma empresa do setor de vestuário que se preparou para o lançamento de uma coleção de inverno, mas foi surpreendida por uma estação mais amena, com poucos dias de temperaturas muito baixas. Por conta disso, é provável que ela venda menos e tenha seus resultados impactados negativamente.

Como consequência, o desempenho das ações também não será dos melhores ao longo desse período. No entanto, provavelmente as ações de outras empresas de diferentes setores não serão afetadas por esse fato.

Uma carteira bem diversificada mitiga os riscos específicos das empresas. Quando acontecer algo com empresas específicas, as demais não serão afetadas. Portanto, o investidor que faz uma boa diversificação da sua carteira sofre pouco se o preço de uma ação específica cair muito.

E o risco sistemático, você conhece?

Felipe Garrán

Sou investidor no mercado financeiro há mais de 20 anos. Além disso, sou professor de finanças na FIA Business School, onde coordeno cursos de pós-graduação e MBA.
Fiz mestrado e doutorado na USP. Em quê? Advinha: Finanças.
Amo ensinar e sou apaixonado por novas tecnologias e métodos de ensino.

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Felipe Garrán

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