Olá, amigos do Mundo Financeiro.

Muito se tem falado nos últimos tempos sobre a mudança de agências físicas para agências digitais. Os bancos têm expandido as agências digitais pela facilidade que elas dão ao cliente, geralmente com um horário de atendimento maior e com o mesmo tipo de autonomia, sem filas para atendimento, além da redução de custos e demais fatores de uma agência física.

Muitos clientes gostam do modelo de agência digital, porque não perdem tempo se deslocando até uma agência, mas outros acham algo impessoal demais. Creio, portanto, que existe público para ambos os modelos de negócio.

Certamente o modo de atuação em cada modelo de negócio é diferente e exige profissionais qualificados.

Quando o assunto é o local de trabalho, se em uma agência física ou digital, sua escolha dependerá das qualificações que você possui e de seus anseios de carreira. O importante é você pesquisar e comparar os modelos, usando o que sabe sobre as funções operacionais, hierarquias e os fluxos.

Os bancos tradicionais buscam digitalizar as suas operações, enquanto as cooperativas, apesar de serem também “high tech”, apostam em atendimentos presenciais e na proximidade dos clientes.

Vemos realmente um movimento em que as instituições incentivam este processo de migração dos clientes em seus usos, mas há o desafio em manter o cliente feliz e enxergando valor na relação, sem ver profissionais como robôs, sem distanciamento, afinal ser presente sem ser presencial requer grande esforço.

Na escolha por onde trilhar sua carreira, é fundamental que identifique qual modelo tem mais a ver com você, afinal a escolha envolve fatores decisivos para a sua história.

No modelo de relacionamento digital, um dos desafios é fazer com que o cliente entenda que é uma plataforma de negócios, e não um call center, algo que no Brasil é visto com desconfiança, porque essas centrais geralmente são lembradas por serem insistentes e muitas vezes invasivas nas ações de vendas. O que as instituições buscam é promover uma experiência oposta, sempre positiva, e que seja de valor para ela e para o cliente.

Para a pessoa que gosta do “olho no olho”, as plataformas digitais podem ser um peso, enquanto pessoas que consideram que aquele “batidão” de uma agência não faz mais sentido para o momento de carreira terão mais apreço pelo relacionamento não presencial. É algo muito individual.

Vale muito uma conversa com quem já atuou ou atua e cada um dos modelos de negócio. Pequenas escolhas fazem enorme diferença em sua qualidade de vida e no seu encarreiramento.

Seja presencial ou digital, que seu caminho venha a ser de CONQUISTAS e escolhas bem pensadas.

Vamos em frente e até mais.

Ronaldo Cerqueira

Consultor de Carreiras Especialista em Mercado Financeiro | Uma Vida dedicada aos Bancos | Paixão por Finanças e Pessoas
www.ronaldocerqueira.com

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