Investir na poupança: vale a pena ou não?

E, aí? Qual a sua opinião? Se quiser saber a resposta, continue a sua leitura!

Um mercado em constante ascensão

Podemos dizer que o mercado financeiro brasileiro surgiu junto com a vinda da família real para o Brasil e com a criação do primeiro banco brasileiro, o Banco do Brasil, em 1808.

De lá pra cá são mais de 200 anos e inúmeros episódios marcantes não só aqui, mas também no cenário mundial, que corroboram para o mercado financeiro se tornar o que é hoje. Uma área de crescimento exponencial não somente no que se diz respeito à carreira, mas também aos investimentos. 

Quando falamos em investimentos, para muitos, a primeira coisa que vem à cabeça é a poupança. Ela surgiu em 1861 e, por muito tempo, foi o único investimento acessível, principalmente para pessoas com menos recursos. E, até hoje, é considerada por muitos como o investimento mais seguro e rentável que existe. Mas será que é?

Prova disso é que, de acordo com o Banco Central, em 2020 a poupança teve recorde nas suas aplicações, alcançando o valor de 166,3 bilhões de reais. 

Mas não é bem assim. Há bastante tempo ela já não é mais o único investimento possível para investidores conservadores! E por que não?

Novas alternativas de investimento

Como dissemos, o mercado cresceu muito e, junto com esse crescimento, surgiram novas alternativas de investimento muito mais vantajosas do que a “boa” e velha poupança. Essas alternativas, além de mais rentáveis, garantem a mesma liquidez e segurança que a poupança.

Para investidores mais conservadores, que prezam por deixar o seu dinheiro em investimentos com menor risco, temos o Tesouro Direto, Fundos DI com baixíssima taxa de administração e, até mesmo, CDBs, visto que hoje a maior parte das instituições do mercado oferecem, pelo menos, a remuneração de 100% do CDI.

Conheça outros tipos de investimentos além da poupança

Um exemplo

Vamos fazer uma comparação para ficar mais claro.

Na poupança, a regra é a seguinte: 

  • Se a taxa Selic estiver acima de 8,5% a.a.: a poupança rende 0,5% ao mês sobre o valor depositado + Taxa Referencial (que hoje é de 0%)
  • Se a taxa Selic estiver igual ou abaixo de 8,5% a.a.: a poupança rende 70% da Selic + Taxa Referencial (que hoje é de 0%)

Por outro lado, se você investir no Tesouro Selic, que tem resgate em 1 dia útil e segurança, o seu dinheiro vai render 100% da taxa Selic

Você pode se perguntar: “Ah, mas no Tesouro Selic é cobrado Imposto de Renda e na poupança não”. 

Já vou explicar sobre isso!

Ao resgatar o seu dinheiro do Tesouro Selic, o Imposto de Renda incide sobre a rentabilidade obtida no período de acordo com uma tabela regressiva. Veja abaixo como fica o rendimento no melhor e pior cenários.

  • Se o resgate acontecer durante os 180 primeiros dias, você vai pagar 22,5% de IR sobre o rendimento. Ou seja, seu dinheiro vai render aproximadamente 77,5% da taxa Selic. Esse é o “pior” dos cenários.
  • Agora, se o resgate acontecer acima de 720 dias, você vai pagar 15% de IR sobre o valor. Nesse caso, no melhor dos cenários, seu dinheiro vai render 85% da taxa Selic.

Moral da história: mesmo a poupança sendo isenta de IR, não compensa deixar seu dinheiro lá. O Tesouro Selic, por exemplo, é muito mais vantajoso

Então, respondendo a pergunta que foi feita no início do texto.

Não vale a pena investir na poupança!

Mas por que será que ainda tem tanto dinheiro sendo aplicado diariamente nesse tipo de investimento? Podemos dizer que isso está relacionado, principalmente, a 2 fatores: ausência de educação financeira e comodidade.

Dica: diga adeus à poupança!

Então, volto a dizer, se ainda deixa o seu dinheiro na poupança, não perca mais tempo e comece a avaliar outros tipos de investimentos na renda fixa.

Além disso, tenho uma segunda dica!

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Artigo escrito pela colaboradora Roberta Rodrigues Rocha

Mundo Financeiro

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