Imagine o seguinte exemplo de investimento: você fará uma aplicação hoje, no valor de R$ 1.000, para resgatar esses recursos daqui a um ano. Esse investimento será remunerado por uma taxa de juros de 10% ao ano.

Os R$ 1.000 investidos no momento presente representam uma saída de caixa para o investidor. O dinheiro não estará, durante todo o tempo em que permanecer aplicado, disponível para compras, doações ou mesmo para investimento em outras aplicações.

Na representação gráfica do fluxo de caixa, essa aplicação inicial é simbolizada por uma seta para baixo (confira no vídeo), dado que o investimento configura uma saída de caixa. Chamamos o primeiro evento do fluxo de caixa de Valor Presente (VP), porque, segundo a lógica do investimento, esse é o valor do momento atual.

Passado um ano, considerando a taxa de juros de 10% que remunera essa aplicação, o investidor poderá resgatar os R$ 1.000 mais R$ 100 de juros. O valor total resgatado, de R$ 1.100, é chamado de Valor Futuro (VF). Na representação gráfica do fluxo de caixa, o Valor Futuro é simbolizado por uma seta para cima, significando uma entrada de caixa – o dinheiro volta a ficar disponível para o investidor.

Felipe Garrán

Sou investidor no mercado financeiro há mais de 20 anos. Além disso, sou professor de finanças na FIA Business School, onde coordeno cursos de pós-graduação e MBA.
Fiz mestrado e doutorado na USP. Em quê? Advinha: Finanças.
Amo ensinar e sou apaixonado por novas tecnologias e métodos de ensino.

Ver todos os posts

Adicionar comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Felipe Garrán

Sou investidor no mercado financeiro há mais de 20 anos. Além disso, sou professor de finanças na FIA Business School, onde coordeno cursos de pós-graduação e MBA.
Fiz mestrado e doutorado na USP. Em quê? Advinha: Finanças.
Amo ensinar e sou apaixonado por novas tecnologias e métodos de ensino.